quarta-feira, 23 de maio de 2012

SUBSIDIOS PARA A HISTÓRIA DA CORPORAÇÃO DE PILOTOS DA BARRA DO DOURO E PORTO ARTIFICIAL DE LEIXÕES – Episódio 230


NOVOS FARDAMENTOS DO PESSOAL ASSALARIADO DA CORPORAÇÃO DE PILOTOS


Cais do Marégrafo/Pilotos, da esquerda para a direita: José Ferreira, carpinteiro; António Gomes (Taptá), marinheiro; Joaquim da Fonseca, motorista; Eusébio Fernandes Amaro, mestre; José Fernandes Amaro Júnior, piloto.O 2º, 3º e 4º eram os arrojados tripulantes da lancha de pilotar P9 da barra do Douro, década de 50. / foto de Leandro Morais Sarmento, Coimbra /.


26/02/1941- O comandante João Pais, então capitão do porto de Leixões, quando do seu cargo de chefe-adjunto do Departamento Maritimo do Norte conseguiu estimular a Corporação de Pilotos da Barra do Douro e Porto Artificial de Leixões, no sentido de criar no pessoal menor daquela corporação gosto por uma melhor apresentação no fardamento, que lhe desse feição de carácter oficial. Era esse também o desejo do chefe do Departamento, Comandante Rodrigues Coelho, assim como uma aspiração dos dirigentes da referida corporação de pilotos. Contudo devido à crise financeira daquela instituição portuária motivada pelo desenvolvimento do conflito mundial, que originou um enormíssimo decrscimo de mavegação, particularmente estrangeira, não permitia grandes dispêndios na confecção de fardamentos apropriados. Os encargos para estes servidores do movimento fluvial e marítimo eram grandes devido a terem mantido até hoje todos os serviços com a mesma eficiência, conservando todo o pessoal assalariado no activo, embora com pesados sacrifícios.
A comissão administrativa foi então, composta pelos sota-pilotos-mor António da Silva Pereira, José Fernandes Tato, e pelos pilotos José Fernandes Amaro Júnior, Aires Pereira Franco, Aristides Pereira Ramalheira e Luis Ventura, com o fim de executar o programa dos fardamentos e tratar de outras aspirações de certa importância para o pessoal assalariado, estabeleceu com o patrocínio do chefe do Departamento uma modalidade económica de aquisição das fardas para o pessoal, que entretanto se veio a concretizar.
No dia da apresentação aos comandantes Rodrigues Coelho e João Pais, que teve lugar na sede da Corporação, sita na Foz do Douro, o chefe do Departamento, falando a todo o pessoal manifestou-lhes o seu contentamento por verificar como as suas ordens foram executadas e o seu reconhecimento por ver o cuidado e asseio que se notava naquela secção. O sota piloto-mor José Fernandes Tato agradeceu em nome da corporação as ditas referências do chefe do Departmento Marítimo, ficando todo o pessoal satisfeitíssimo pela visita honrosa dos dois chefes da Armada Nacional.
Fontes: José Fernandes Amaro Júnior.
(continua)
Rui Amaro

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sexta-feira, 18 de maio de 2012

SUBSIDIOS PARA A HISTÓRIA DA CORPORAÇÃO DE PILOTOS DA BARRA DO DOURO E PORTO ARTIFICIAL DE LEIXÕES – Episódio 229


A LANCHA DE PILOTAR "P5"(1) EM DIFICULDADES FRENTE À BARRA DO DOURO

 
 O n/m tanque Dinamarquês FARO SHELL ex PENTEOLA / cortesia do Museu Marítimo de Elsinore /.

A 24/10/1940, pelas 08h00, a lancha P5,de boca aberta, em serviço de pilotagem, conduzida pelo cabo-piloto Manuel de Oliveira Alegre, estando a bordo o piloto Aires Pereira Franco, mestre Eusébio Fernandes Amaro e o motorista Eduardo Fernandes Melo, quando se aproximava da entrada da barra, após ter pilotado o petroleiro Português PENTEOLA, teve falha do motor, e ficou à deriva a descair para cima do cabeço da barra, local de ondulação perigosa.
De bordo do PENTEOLA, que ao largo aguardava maré para demandar a barra do Douro, o piloto José Fernandes Amaro Júnior e o praticante Henrique Correia Hugo repararam na situação critica, em que se encontrava a lancha e fizeram tocar a sirene do navio de modo contínuo, no sentido de alertar para o que se estava a desenrolar. Da Cantareira, os pilotos apercebendo-se da situação, fizeram sair a lancha P2 tripulada pelo sota-piloto-mor José Fernandes Tato, piloto Eurico Pereira Franco, arrais Armando Pereira Franco e o motorista Joaquim António da Fonseca, a qual apesar da forte ondulação, conseguira aproximar-se da lancha em dificuldades para a rebocar. Entretanto, o motorista Eduardo Fernandes Melo consegue pôr o motor a funcionar, vindo então a lancha acidentada para a Cantareira, comboiada pela P2.   
O alarme dado pela sirene do PENTEOLA, que de seguida entrou a barra e foi atracar à prancha da Shell, junto da encosta da Arrábida, originou, como usualmente nestas situações, grande correria das gentes da Foz dirigindo-se para os lados da barra, indagando sobre o que se estava a passar.
Estou-me a recordar que aí pelos meus 10 anos de idade, como muitas vezes o fazia, o meu pai levou-me com ele, nessa mesma lancha, que ia abordar o vapor Inglês SARDIS que acabara de estar à barra, a fim de embarcar o piloto Cristiano Melo Machado. Após o embarque daquele piloto, o motor da lancha foi-se abaixo, pelo que de bordo do SARDIS lançaram um cabo, e a lancha seguiu a reboque para a barra, só que o cabo rebentou, e a lancha ficou à deriva, ali junto do pior lugar, descaindo para o dito cabeço da barra, e cá o Ruizinho, como um, então já conhecedor dos perigos e manhas da barra, é que já não estava a gostar da situação. O motorista Manuel da Silva Pereira (Carola), vendo o perigo a aproximar-se, esforçava-se por substituir e olear peças, e finalmente, deixou-nos todos a bordo mais aliviados, conseguindo fazer o motor funcionar e lá seguimos para a barra, também comboiados pela lancha P2, que entretanto saiu do cais dos Pilotos em socorro da lancha P5. Curiosamente a lancha P5 (1) naufragou na barra em princípios da década de 50, por se ter rebentado a amarração no ancoradouro da Cantareira, e ter sido levada pela corrente da vazante.
PENTEOLA – imo 5100312/ 55,6m/ 554tb/ 10 nós; 03/1936 entregue por Van der Giessen & Zonen, Krimpen, a/d Ijssel, ao grupo Shell, ficando afecto à Shell Company of Portugal, Lisboa, no transporte de combustíveis ao longo dos portos da costa Portuguesa; 1951 FARO SHELL, Dansk Shell; 1956 PETER, Dansk Shell; 1957 ELA, G. Schlese; 1964 CARLOTTA, August Priolo; 1967 AGIA LAVRA, N. Thanapoulos; 1968 RODOS, P.C. Crissochoidos; 1970 chegava a Perama para demolição..
Fontes: José Fernandes Amaro Júnior; Miramar Ship Index.
(continua)
Rui Amaro

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SUBSIDIOS PARA A HISTÓRIA DA CORPORAÇÃO DE PILOTOS DA BARRA DO DOURO E PORTO ARTIFICIAL DE LEIXÕES – Episódio 228


SORTEIO DE UM PILOTO EFECTIVO DA BARRA DO DOURO PARA O PORTO DELEIXÕES E A APRESENTAÇÃO DE UM NOVO PILOTO PROVISÓRIO PARA A BARRA DO DOURO

A 17/11/1940 realizou-se na Coporação de Pilotos da Foz do Douro um sorteio para um piloto do Douro ir prestar serviço efectivo no porto de Leixões, a fim de tomar a vaga deixada pelo piloto Alfredo Pereira Franco, entretanto falecido. O piloto Mario Francisco da Madalema, foi o elemento sorteado.
Também naquela data apresentou-se ao piloto-mor Paulino Soares, o piloto provisório Manuel da Silva Pereira, um antigo motorista das lanchas de pilotos, que foi despachado pelo Diário d Governo, entrando na vaga deixada pelo falecido piloto Alfredo Pereira Franco. No dia seguinte acompanhou o piloto Joaquim Matias Alves na largada do vapor Norueguês BRAVO I, 78m/ 1.502tb, do armador A/S Bonheur, gestores Fred Olsen & Co., Oslo.


Fonte: José Fernandes Amaro Júnior; Sjohistorie
(continua)
Rui Amaro

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terça-feira, 15 de maio de 2012

SUBSIDIOS PARA A HISTÓRIA DA CORPORAÇÃO DE PILOTOS DA BARRA DO DOURO E PORTO ARTIFICIAL DE LEIXÕES – Episódio 227


O VAPOR SUECO "HANNAH" ENCALHA NO ENROCAMENTO DO QUEBRAMAR DO ESPORÃO DO PORTO DE LEIXÕES

O HANNAH transportando um carregamento de pranchas de madeira (timber), possivelmente no Báltico / foto de autor desconhecido /.

 A 23/10/1940, pelas 07h00, o vapor Sueco HANNAH que se encontrava ao largo, suspendeu e aproximar-se da costa, foi ao encontro da lancha P4, dos pilotos da Cantareira, que andava em serviço de pilotagem da navegação destinada ao rio Douro.
Como aquele vapor, que tinha chegado de madrugada procedente de Cardiff, com um carregamento de cerca de 1.400 toneladas de carvão para o porto de Leixões, o cabo-piloto Manuel de Oliveira Alegre, instruiu o capitão para se aproximar da entrada do porto de Leixões e aguardar a vinda da lancha P1, que lhe forneceria o respectivo piloto, o qual orientaria a entrada do seu vapor naquele porto.
O capitão do HANNAH assim procedeu, e conservando a bandeira G, pedindo piloto, e desconhecendo o enrocamento do quebra-mar do Esporão, que malgrado não estava assinalado, e que na ocasião parecia submerso, devido à maré alta, foi-se acercando demasiado dos molhes, sem que lhe aparecesse a lancha dos pilotos do porto de Leixões e sem prever o perigo, acabou por embater e encalhar no referido enrocamento, sem possibilidade de se safar, acabando por ser considerado perda total constructiva. O enrocamento pertencia ao então novo quebra-mar cuja construção estava paralisada, por abandono do respectivo empreiteiro estrangeiro, devido à situação de guerra.
Culpas do acidente foram imputadas aos pilotos de Leixões, por tardarem em abordar o HANNAH, mas segundo constava a atracação estaria para mais tarde.
A 17/11/1940, devido à forte ondulação originada por uma enorme tempestade que se abateu sobre a região Norte, o HANNAH, que permanecia encalhado, começou a ser desfeito pela agitação marítima, acabando por desaparecer por completo.

O HANNAH encalhado no enrocamento do esporão do porto de Leixões / foto de autor desconhecido /.

HANNAH – imo 1108756/ 76m/ 1.196tb/ 10nós; 08/1898 entregue pelo estaleiro Shearer, Kelvinhaugh, como ACHROITE a William Robertson Shipowners, Ltd, Glasgow; 29/01/1901 ACHROITE, em viagem de Lowestoft para Cardiff em lastro, devido a danos no hélice, foi rebocado pelo rebocador CLEVELAND e assistido pelo rebocador CHALLENGER à entrada do porto de Newhaven; 1930 HANNAH, G. H. Dahlgren, Suécia; 23/10/1940 naufragou por encalhe à entrada do porto de Leixões.
Fonte: José Fernandes Amaro Júnior; Miramar Ship Index; The Glasgow Herald.
(continua)
Rui Amaro

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segunda-feira, 14 de maio de 2012

SUBSIDIOS PARA A HISTÓRIA DA CORPORAÇÃO DE PILOTOS DA BARRA DO DOURO E PORTO ARTIFICIAL DE LEIXÕES – Episódio 226

O ARRASTÃO "JOÃO CORTE REAL" DEMANDA O PORTO DE LEIXÕES PELA PRIMEIRA VEZ

 
 JOÃO CORTE REAL demanda o porto de Leixões em 1952 / Foto Mar /.

A 29/09/1941 vindo dos pesqueiros da Terra Nova e Groenlândia na sua primeira campanha, demandava pela primeira vez o porto de Leixões, sob a orientação do piloto José Fernandes Amaro Júnior, com carregamento completo de bacalhau salgado, o novo arrastão JOÃO CORTE REAL, que devido ao seu excessivo calado de água de 19 pés não lhe foi permitida a entrada na barra do Douro, pelo que teve de arribar ao porto de Leixões, ficando fundeado na Bacia, a fim de aguardar maré mais propicia, a fim de se fazer aquela barra.
JOÃO CORTE REAL – imo 5172327/ 71,1m/ 1.250tb/18.016 quintais de bacalhau salgado/ 12 nós; companha 80; 07/1941 entregue pela Companhia União Fabril (estaleiro da AGPL, Rocha), Lisboa, SNAB – Sociedade Nacional dos Armadores de Bacalhau, Lisboa: 1975 JOÃO CORTE REAL, Pascoal & Filhos, Lda, Lisboa; 1979 MARIA DE RAMOS PASCOAL, Pascoal & Filhos. Lda, Lisboa; 1987 ALPES II, Challenger II SA, Panamá; 12/06/1992 perdeu a hélice seguido de fogo e afundou-se a SE de St. Pierre et Miquelon. Companha salva. Gémeos: ÁLVARO MARTINS HOMEM, JOÃO ALVARES FAGUNDES (1), PEDRO DE BARCELOS.
Fonte: José Fernandes Amaro Júnior; Miramar Ship Index.
(continua)
Rui Amaro

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O DESVENTURADO NAVIO-MOTOR HOLANDÊS "SANTA LUCIA" NA BARRA DO DOURO

A 13/02/1940 demandava a barra do Douro em 11 pés de água, procedente de Anvers e Roterdão com carga diversa, o navio-motor Holandês SANTA LUCIA, conduzido pelo piloto José Fernandes Amaro Júnior, que o foi amarrar no lugar do Guindaste Electrico.
O SANTA LUCIA que vinha consignado aos agentes da Linha Benelux/Portugal "Hammerstein's", a casa Garland, Laidley & Co., Ltd, da praça do Porto, escapara-se para a Inglaterra, como tantos outros navios Holandeses e Belgas, e ficou registado no Netherlands Shipping & Trading Committee, Londres, ficando sob gestão do armador John Kelly, Ltd, Londres.
SANTA LUCIA – Imo 5614817/ 48m/ 379tb/ 10nós; 04/1937 entregue por Royal Niestern Sanders, Delfzijl, a C. S. van Dijk, Groningen; 01/11/1940 naufragou por embate em mina ao largo de Pile Lightm, Belfast- O capitão armador e 3 marinheiros perecerem no desastre, contudo os restantes tripulantes foram resgatados por dois salva-vidas locais.
Fonte: José Fernandes Amaro Junior; Miramar Ship Index.
(continua)
Rui Amaro

segunda-feira, 7 de maio de 2012

SUBSIDIOS PARA A HISTÓRIA DA CORPORAÇÃO DE PILOTOS DA BARRA DO DOURO E PORTO ARTIFICIAL DE LEIXÕES – Episódio 224


O NAVIO-MOTOR PORTUGUÊS "TAGUS" DEMANDA A BARRA DO DOURO PELA PRIMEIRA VEZ



A 21/05/1939, procedente de Lisboa demadava a barra do Douro pela primeira vez o navio-motor Português TAGUS, que veio substituir o Vapor IBO, entretanto vendido, transportando carga vinda de Moçambique e Angola nos navios de linha do seu armador, nomeadamente açucar, e baldeada em Lisboa. O TAGUS foi conduzido pelo piloto Manuel Pereira Franco,  que o foi amarrar à margem do lugar do cais da Ribeira.  
TAGUS – Imo 1165704/ 68,37m/ 1.107tb/ 10 nós; 04/1938 entregue por A. Vuijk & Zonen, Capelle a/d Ijssell, como THIXENDALE a Atkinson & Prickett, Ltd., Hull; 19/05/1939 TAGUS, Companhia Nacional de Navegação, Lisboa, tendo sido empregue no tráfego "feeder" costeiro de Portugal e do território de Moçambique; 10/03/1963 TAGUS, naufragou por encalhe seguido de explosão e incêndio a 15 mn a norte de Inhambane, Moçambique, pelo que foi considerado perda total constructiva, tendo havido três vítimas. Gémeo navio-motor Inglês COXWOLD construído pelo estaleiro Goole Shipbuilding & Co., Ltd, Goole, para o mesmo armador do THIXENDALE. Nos primeiros anos do pós-guerra, o COXWOLD foi um visitante regular aos portos de Lisboa e Douro/Leixões, no tráfego com os portos de Middlesborough e Hull.


Fontes: José Fernandes Amaro Júnior; Miramar Ship Index e Gooleships.
Imagem: Autor desconhecido.
(continua)
Rui Amaro

ATENÇÃO: Se houver alguém que se ache com direitos sobre as imagens postadas neste blogue, deve-o comunicar de imediato. a fim da(s) mesma(s) ser(em) retirada(s), o que será uma pena, contudo rogo a sua compreensão e autorização para a continuação da(s) mesma(s)neste Blogue, o que muito se agradece.
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